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sexta-feira, 16 de julho de 2010

O Barbeiro de Sevilha

A Companhia Brasileira de Ópera está em cartaz no Teatro Pedro Ivo até dia 18 de julho em Florianópolis (SC). Esta é a turnê de estréia da Cia. –maior e mais abrangente projeto de música erudita realizado no país nos últimos anos.
Com direção artística do maestro John Neschling e produção de José Roberto Walker, a Cia. Brasileira de Ópera levará a ópera O Barbeiro de Servilha a 15 cidades brasileiras até novembro.
A peça apresenta proposta inovadora: cenários e personagens desenhados pelo cartunista americano Joshua Held irão interagir com cantores de carne e osso, capturando a atenção de adultos e crianças.
"O Brasil tem uma grande tradição em ópera e um grupo enorme de artistas e cantores que não encontram as condições de exercer o seu trabalho de maneira adequada. Nossa idéia foi criar uma companhia bem estruturada, que atinja grandes públicos e, também, que ofereça aos profissionais uma possibilidade digna de sobreviverem com sua arte”, explica John Neschling.

Participarão de cada etapa da turnê mais de 70 artistas e técnicos. Até o final da temporada serão mais 200 profissionais envolvidos em todo o Brasil.



Local: Teatro Pedro Ivo (Rodovia SC 401 - Km 05, 4.600 – Saco Grande – Florianópolis, SC)
Horário: Récitas adultas – de 14 a 17/7, às 20h; e dia 18/7, às 19h30
Récita infantil – dia 18/7, às 16h


Foto: Cartaz de Divulgação

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Ser grande, é abraçar uma grande causa

 Como dizia William Shakespeare "As ideias das pessoas são pedaços da sua felicidade", e é isso que o arte-educador Luciano Mateus tem feito nas escolas da rede pública através de uma grande iniciativa, o projeto "Festival de Teatro Shakespeare nas Escolas".

 O projeto já conta com mais de 60 jovens e além de distribuir sorrisos, e olhares de alegria por onde passa, a inserção do teatro na rede escolar é utilizada como recurso pedagógico, tanto no desenvolvimento individual dos alunos, como no social das escolas.

Os adolescentes trabalharam na montagem teatral dos textos, e além do teatro promover o intercâmbio entre diferentes comunidades no Estado, fortalece a capacidade de expressão, auto-estima e confiança no trabalho em grupo.

Neste final de semana, o evento reunirá jovens de quatro escolas públicas catarinenses, que apresentarão o resultado do trabalho desenvolvido por eles nos últimos três meses. A Escola Luis Delfino, de Blumenau, apresentará “Muito barulho por nada”. A Escola D.Jaime, do Ribeirão da Ilha, em Florianópolis, apresentará “A Comédia dos Erros”. A Escola Nereu Ramos, de Santo Amaro da Imperatriz, apresentará “Romeu e Julieta”. E a Escola José Arantes, de Camboriú, apresentará “O Avarento”. Os três primeiros textos são de Shakespeare, e o quarto é de Moliére.


Será realizado nesta sexta às 17h, sábado às 11h - 17h - 21h  e domingo 11h, no Hotel Castelmar, no Centro de Florianópolis.
Aberto ao público e promovido pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC).
Mais informações: Luciano Mateus - (48) 9942 5845 / mmluciano@gmail.com


Foto: Gilson Giehl

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Arte Movediça

Começa hoje a partir das 19hrs, a exposição “Plurais” de Paulo Roberto Pugialli na Fundação Cultural Badesc, na Capital. Desde a concepção visual até o suporte das telas, as imagens se encontram em absoluta desordem.

A arte de Pugialli está em sua própria maneira de viver e suas obras estão ligadas diretamente ao seu modo de vida. Paulo Roberto Pugialli é um nômade. Desde sua infância na cidade do Rio de Janeiros, transita por ambientes diversos influenciado por outras culturas, percorrendo cidades, estados brasileiros, e terras estrangeiras.

A Fundação Cultural Badesc fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis. Mais informações pelo telefone (48) 3224-8846.

A exposição estará aberta à visitação a partir de hoje dia 8 de outubro e vai até 6 de novembro, de segunda a sexta, das 8h às 18h. Entrada Franca.

A obra leva o visitante a uma leitura movediça. A pluralidade da linha e da forma das telas expõe confiança e cilada, conduzem o espectador a explorar uma geometria do inconsciente.